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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Serial killers: Albert Fish (1870 - 1936)





Nasceu em Washington D.C., em 1870, filho capitão de um barco no rio Potomac. Depois da morte do pai, fica até os 9 anos em um orfanato ultrarrigido, onde apanhava e era chicoteado.

Seus parentes tinham um histórico de alucinações, psicoses religiosas e alcoolismo - incluindo a sua mãe. Ausente durante sua infância, ela retorna e o leva a Nova York, onde Fish a sustenta trabalhando como pintor.

Em fevereiro de 1927, ele sequestra Billy Gaffney, de 4 anos. Fish tortura o garoto, depois mutila, cozinha e come parte de seu corpo. O assassinato, porem, segue sem solução durante um tempo.

Em julho de 1928, uma nova vítima: Gracie Budds, de 10 anos. Com nome falso e aparência inocente, o velhinho havia ganhado a confiança da família da menina, prometendo um emprego ao irmão mais velho dela.

Uma mensagem de Fish para o irmão de Gracie coloca a policia em seu encalço. O corpo de outra criança, violentamente espancada, é encontrado e associado ao caso. Após a divulgação de seu retrato falado, Fish manda uma carta à família de Gracie, com detalhes do crime.

A comoção publica gera depoimentos que auxiliam a investigação. Com dicas de uma senhora que alugava um imóvel a Fish, a policia o captura. Durante a prisão ele tenta reagir usando uma navalha de barbeiro, mas é dominado.

Em sua confissão, diz sentir uma incontrolável sede de sangue e descreve, como se fosse um programa de culinária, toda a preparação da carne das crianças. Um raio X de sua bacia revela pregos e agulhas alojados em seu corpo.

Condenado pela morte de Gracie, confessou ter matado também outros três meninos. Agradeceu ao juiz pela sentença à cadeira elétrica, executada em janeiro de 1936.


Fonte: Mundo Estranho

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Serial Killers: Nancy "nannie doss" Hazle (1905-1965)



     Nascida no Alabama, EUA, Nannie viveu uma infância de revolta contra o pulso firme do pai. Com 7 anos, a menina sofre um acidente numa cabine de trem, batendo a cabeça no banco. Desde então, passa a ter fortes dores de cabeça, perdas de consciência e depressão.

     Era fascinada pela coluna de jornal Lonely Hearts, onde eram  publicados contos de amor e anúncios com perfis de pretendentes de casamento. Por meio do jornal, ela conhece Charlie Braggs e se casa, ainda adolescente, em 1921.

     Ela dá à luz quatro meninas. Para aliviar a pressão do dia a dia, com a sogra interferindo nas decisões do casal, começa a beber e a fumar. O casamento esfria e duas filhas morrem por intoxicação alimentar. Charlie desconfia da mulher e foge com a filha mais velha, Melvina.

     Nannie vai para a Florida com a filha mais nova e se casa com Robert Harrelson. Lá, reencontra Melvina e, ao ajuda-la a dar à luz, a netinha morre. Tonta de éter, Melvina acha ter visto a mãe espetar um alfinete no bebê. Sob seus cuidados, um outro neto morre por asfixia.

     Comemorando o fim da segunda guerra mundial, em 1945, Robert chega bêbado em casa e violenta Nannie. No dia seguinte, ela mata o marido ao envenenar seu uísque. Nannie foge para a Carolina do Norte e se casa com Arlie Lanning, que morre de um suposto ataque cardíaco.

     Após a morte da terceira sogra, de quem "cuidava", Nannie vai morar com a irmã, Dovie, que também morre sem explicação. Em Kansas, casa-se com Richard Morton. O cara era um homem de negócios mulherengo que, junto com a mãe, teve o trágico fim de vários parentes de Nannie...

     Nannie só foi presa após matar o quinto marido, Samuel Doss, em Oklahoma. O histórico de internações de Samuel leva os médicos a pedir uma autópsia, que aponta intoxicação por arsênico. Nannie é presa tentando coletar a grana do seguro de vida, como fazia os outros maridos mortos.

     Nannie confessou ter matado quatro maridos, uma irmã, um neto e uma sogra. Pega prisão perpetua em 1955 e morre de leucemia 10 anos depois.



Fonte: mundo estranho