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sábado, 30 de abril de 2011

Como sobreviver a uma queda de mais de 70 metros de uma ponte



A Ponte “Golden Gate” (em português, Ponte do Portão Dourado), ponte localizada na Califórnia, EUA, é o local de suicídio mais popular do mundo.
Em média, as pessoas pulam da ponte uma vez a cada duas semanas. Uma pessoa que salta do ponto mais alto da ponte despenca por 74,68 metros antes de mergulhar nas águas frias da baía de São Francisco. O impacto dessa queda mata 98% de todos os suicidas (ou pessoas estúpidas o suficiente para pular de lá).
Isso significa, no entanto, que 2% das pessoas que caem da ponte de alguma forma sobrevivem à queda.
Os 2% tem inclusive nome. Recentemente, em 17 de abril, uma menina de 16 anos sobreviveu à queda de mais de 70 metros. Um mês antes, um rapaz de 17 anos, que estava viajando com a escola, também sobreviveu à queda depois de ter saltado da ponte “por diversão”.
O que fez desses dois casos os 2%? Segundo especialistas, explicar como as pessoas sobrevivem a quedas como essa é difícil, porque os fatos em particular – a distância da queda, o tipo de corpo, o vento, as condições da água – variam muito.
Mesmo assim, isso não impediu físicos e médicos de teorizar sobre o que pode aumentar as chances de alguém sair vivo das águas geladas da baía.
Embora as conclusões não sejam exatas, os cientistas podem razoavelmente explicar porque algumas pessoas são capazes de sobreviver ao mergulho. Como os sobreviventes são geralmente adolescentes, isso indica que os jovens e as pessoas saudáveis têm maior chance de sobrevida do que aqueles que estão acima do peso, fora de forma, doentes ou idosos.
Ou seja, idade e aptidão podem fazer toda a diferença. No passado, um jovem chamado Kevin Hines sobreviveu a um salto de suicídio da ponte Golden Gate, e os médicos acreditam que ele sobreviveu porque estava em excelente condição física. Ele foi capaz de lutar para chegar a superfície da água e, em seguida, nadar até a ponte. Ele foi finalmente resgatado por um barco da Guarda Costeira.
A posição do corpo quando atinge a água também desempenha um papel enorme em sobreviver a uma queda dessa altura, embora os cientistas discordem sobre as posições mais seguras.
Kevin Hines afirmou ter pulado da ponte em um mergulho de cisne, mas se reposicionado para cair como se estivesse prestes a se sentar em uma cadeira. Os médicos disseram que se ele mudasse mesmo que ligeiramente sua posição corporal, teria quebrado sua coluna ou prejudicado seus órgãos.
Em 1968, o pesquisador Richard Snyder analisou 169 suicídios da ponte Golden Gate. Quando examinou os restos mortais das pessoas que tinham caído da ponte, ele observou que cair de lado ou de cabeça, estilo de mergulho de cisne, danificava o esqueleto mais do que cair na água com “de pé”, com o corpo alinhado verticalmente.
A velha teoria de que um corpo relaxado sustenta menos lesões durante um acidente de carro pode ser aplicada ao cenário “pular de uma ponte altíssima” também. Músculos relaxados restringem o movimento e dão flexibilidade em todas as situações: pular de pontes, acidentes automobilísticos, colisões esportivas, confrontos com assaltantes, etc.
Essa flexibilidade pode ajudar a amortecer o impacto na coluna vertebral, cérebro e órgãos internos. Mas é difícil imaginar as pessoas relaxadas no meio de um salto suicida, ou mesmo em qualquer das outras situações citadas.
Agora preste bastante atenção: mesmo que você seja jovem, saudável, e planeje cair da ponte de pé e relaxado, sobreviver a um mergulho mesmo de 30 metros já é altamente improvável. Nem pense em tentar pular da Golden Gate por diversão.
Segundo os cientistas, ninguém pode esperar saltar e sobreviver. Naqueles poucos segundos que você tem que agir, você provavelmente não terá o controle físico para trazer o seu corpo em qualquer posição ou relaxar. E mesmo que você soubesse fazer isso, a mais leve brisa pode virar seu corpo o suficiente para lhe matar.
A conclusão? Esse tipo sobrevivência se resume basicamente a sorte. [LiveScience]

terça-feira, 26 de abril de 2011

Como sobreviver: Canetas BIC





     Acredito que sempre que pensamos em “caneta”, temos uma imagem projetada em nossa mente, a qual diz respeito às famosas canetas BIC. Esta marca de canetas, que investe pouquíssimo em propaganda, fixou uma imagem muito forte diante a tantas outras marcas e modelos. Você já se perguntou como isso aconteceu?

     Certamente responderá que, por esta ser uma caneta barata,simples e de fácil acesso, tornou-se “convencional” o seu uso no dia-a-dia, desde a escola até a empresa onde trabalha. Pois bem, a resposta não é assim tão simples!

     Acredite ou não,estamos sendo vigiados a anos sem percepção alguma. De fato conclui-se que as canetas BIC são sem sombra de dúvida sondas extraterrestres que nos inspecionam diariamente, desde nossa infância até hoje, em casa, na escola, na universidade, nos hospitais, no trabalho, em tudo. Certamente você está exposto a uma caneta BIC neste exato momento. Olhe ao seu lado, dificilmente num raio de 15 metros não haverá uma sonda. Agora pense comigo:

     Ao nascer você é registrado com uma caneta, ao entrar para a escola/universidade também, tudo o que você escreve, desde estudos até cartas de amor é escrito com uma caneta, ou seja, estes seres que nos observam sabem de absolutamente TUDO sobre TODOS. O verdadeiro significado da marca BIC é: Big Inspekto Center (ou Centro de Grandes Inspeções). No logotipo da BIC notamos um alien tentando esconder atrás dele seu maior segredo: uma caneta que pode contar toda a história de todos os tempos (simbolizado pelo traço preto atrás do alien).




Vejamos agora algumas dicas que nos levam a propor esta idéia:

- As canetas BIC são facilmente encontradas para serem vendidas, porém depois que você já a possui, ela sempre aparece em diferentes locais e você nunca se questiona se realmente havia deixado onde encontrou.

- Mesmo que você compre apenas uma caneta BIC, certamente encontrará várias no local onde a deixar.

- Elas se multiplicam rapidamente, sem ser perceptível a nós dotados de uma visão banal para a visão alienígena.

- Após poucos meses, a caneta que você havia comprado, simplesmente desaparece. Isso é facilmente decifrável se pensarmos da seguinte maneira: tudo necessita de energia para sobreviver (o homem, o carro, as plantas, sua TV), e ao acabar esta energia, ela precisa ser reposta.

Assim, as sondas BIC tem um período de vida curto, visto que quando se encontram gastas, elas simplesmente se desintegram para uma possível recarga.

     A mensagem que quero deixar é que você tenha muito cuidado ao se deparar com estas canetas-sondas, principalmente com as Sondas mais avançadas, vulgarmente chamadas de BIC 4 Cores, BIC 2 CORES ou mesmo a tão temida e perigosa BIC VERDE! Esta última jamais deve ser colocada (presa) em cima da orelha, pois além de enviar dados e formações sobre você para os alienígenas consegue influenciar de maneira drástica sua forma de pensar, tornando-o um escravo a serviço alienígena.

     Torno a repetir: CUIDADO COM A MANIPULAÇÃO ALIEN! Já estamos todos envolvidos nisso. Tentar qualquer forma de fuga ou apatia não é aconselhável. Saiba lidar com elas!





Segue um trecho sobre as canetas retirado do Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams:

     "Formulada por um certo Veet Voojagig, um jovem e tímido estudante da Universidade de Maximegalon, que seguiu uma carreira brilhante estudando filologia arcaica, ética transformacional e a teoria ondulatória-harmônica da percepção histórica, e que, após uma noite bebendo Dinamite Pangaláctica com Zaphod Beeblebrox, começou a ficar obcecado com o que teria acontecido com todas as esferográficas que ele havia comprado nos últimos anos.
     Seguiu-se um longo período de pesquisas meticulosas, durante o qual Voojagig visitou todos os principais centros de perdas de esferográficas da Galáxia, e terminou formulando uma curiosa teoria que se popularizou muito na época. Em algum lugar no cosmos ― afirmou ele ― , além de todos os planetas habitados por humanóides, reptilóides, peixóides, arvoróides ambulantes e tons de azul superinteligentes, haveria também um planeta habitado exclusivamente por seres vivos esferografóides. E era para esse planeta que iam todas as esferográficas perdidas e abandonadas, escapulindo por buraquinhos no espaço para um mundo onde elas podiam viver uma vida esferografóide, reagir a estímulos de caráter eminentemente esferografitico ― em suma, levar a vida com que sonha toda esferográfica.
     Como teoria, isso era bastante interessante. Mas, um dia, Veet Voojagig resolveu afirmar que havia descoberto esse planeta, onde teria trabalhado por algum tempo como chofer de uma família de canetas verdes baratas de ponta retrátil. Então Voojagig foi internado, escreveu um livro e terminou como exilado tributário, que é o que costuma acontecer com aqueles que fazem papel de bobo publicamente.
     Quando, um dia, foi enviada uma expedição para as coordenadas espaciais onde, segundo Voojagig, se encontraria o tal planeta, acharam apenas um pequeno asteróide cujo único habitante era um velhinho, o qual vivia afirmando que nada era verdade, se bem que mais tarde constatou-se que ele estava mentindo.
     Porém permaneceram sem resposta duas questões: a misteriosa quantia anual de 60.000 dólares altairenses depositada na sua conta, em Brantisvogan; e, naturalmente, a lucrativa empresa de comércio de esferográficas de segunda mão de propriedade de Zaphod Beeblebrox."